Michael Jackson recebia um anestésico de centro cirúrgico quase toda noite para "dormir" - Aos 50 anos, morreu por causa dele.
- há 7 dias
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Michael sofria de insônia crônica havia anos.
Nas últimas semanas de vida, um médico aplicava propofol na casa dele, noite após noite, como se fosse um remédio para dormir.
E ele dizia acordar com a sensação de ter descansado.
O que ele recebia não era sono.
Sedação e sono não são a mesma coisa.
Estudos com polissonografia mostram que o propofol altera profundamente a arquitetura do sono e pode suprimir o sono REM, fase importante para consolidação da memória e outras funções cerebrais.
Um especialista em medicina do sono de Harvard chegou a afirmar que Michael pode ter passado semanas sem um sono REM verdadeiro.
Quando faltam as fases certas do sono, o cérebro não se recupera como deveria.
Mesmo "apagado" por horas seguidas, sem uma arquitetura normal do sono a recuperação fica incompleta.
O especialista descreveu sinais compatíveis com privação crônica de sono. O laudo oficial apontou intoxicação aguda por propofol como causa da morte.
Insônia crônica é um problema sério, e muita gente acaba procurando o caminho mais rápido:
um comprimido por conta própria, uma dose a mais ou uma taça a mais.
Mas sedar não é o mesmo que dormir.
O sono depende de ciclos e fases que nenhum anestésico consegue reproduzir.
Se você "só dorme com remédio" ou não dorme de jeito nenhum, o problema não é falta de força de vontade.
O primeiro passo é entender o que realmente acontece com o seu sono.
















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